Leituras

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Reflexão do Advento

Quarto Domingo do Advento

D. Laurence Freeman, OSB

Quarto Domingo do Advento 2020

A Anunciação. Esta deve ser uma das cenas mais frequentemente pintadas na história da arte. Uma das minhas versões favoritas é a do pintor Pontormo do século XVI que mostra Maria subindo uma escadaria, virando-se com um pé entre degraus enquanto se surpreende com a presença do anjo atrás dela.

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Terceiro Domingo do Advento

D. Laurence Freeman, OSB

Terceiro Domingo do Advento 2020

13 de dezembro de 2020
Domingo Gaudete

Hoje a Igreja joga um toque de rosa nas cores sombrias de suas vestimentas. Roxo, a cor da Quaresma e do Advento - as épocas de espera e preparação - não é a minha cor preferida. Quando eu viajava, achava triste ver todo o pessoal de assistência ao passageiro no aeroporto de Heathrow funebremente vestidos de roxo, enquanto procuravam pessoas para ajudar.

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Segundo Domingo do Advento

D. Laurence Freeman, OSB

Segundo Domingo do Advento 2020

Este ano tenho sido recebido ajuda na preparação ao Advento de duas maneiras. Me deixem compartilhá-las com vocês. A primeira delas é escutar a cada dia a uma palestra de John Main, de uma série de seleções (disponíveis online e no formato já ultrapassado dos CDs). Eu estava presente quando todas estas palestras foram realizadas para os primeiros grupos de meditação que se encontravam na antiga abadia de Montreal, o embrião da Comunidade Mundial para a Meditação Cristã.

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Primeira Semana do Advento

D. Laurence Freeman, OSB

Primeira Semana do Advento 2020

Em Bonnevaux, no hemisfério Norte, o Advento começa no Outono. O Natal chega no Inverno escuro e morto, quando o Sol, ainda que imperceptivelmente, renasce no solstício. A roda dá mais uma volta. O fim do ano cristão, que como todo fim também é um início, acontece quando as árvores em sua maioria, silenciosamente, perdem sua glória, e suas folhas. Estas caem uma a uma, como estrelas cadentes ou almas que morrem. A paleta mágica das cores do Outono esmaece nas silhuetas escuras das árvores nuas contra o céu: a arte da natureza em seu maior minimalismo. No chão as folhas estão por toda parte, espalhadas pelo vento, ou em lenta decomposição, naquilo que resta do calor do Sol. Os gatos adoram rolar nelas.

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